TEA: primeiros sinais que merecem uma avaliação com calma
Como observar comunicação, brincadeiras, rotina e sensibilidade sem transformar cada diferença em alarme.
Observar não é diagnosticar
Muitas famílias chegam com medo depois de comparar comportamentos na internet. A observação ajuda, mas o diagnóstico precisa considerar desenvolvimento, ambiente familiar, escola, linguagem, sono e rotina.
Sinais que podem justificar uma conversa
Atrasos importantes de fala, pouco compartilhamento de interesse, dificuldades persistentes de interação, rigidez intensa ou sensibilidades que atrapalham o dia a dia podem ser motivos para procurar avaliação.
O lado materno importa
Quando a mãe sente que algo não está encaixando, essa percepção merece acolhimento. A consulta deve organizar a angústia, não aumentar culpa.
Ele não substitui avaliação médica, diagnóstico ou conduta individual. Se houver preocupação com desenvolvimento, comportamento, sono, escola ou rotina, converse com a equipe da Dra. Ingrid.